Tava eu na rede linda de supermercados mais próxima, correndo atrás das hortaliças dianamente caçando o jantar. Eles abriram um vão nos hortifrutigranjeiros onde supus ficará uma árvore dessa época ou algo parecido.

Seguia com o saco na mão atrás dos carrinhos pedindo “moço, deixa eu pegar a batata doce” sem me dar conta que, após às 22h não há mais capacidade auditiva naqueles funcionários.

Compras feitas.

De risadas com um caixa bem humorado e o irmão, avistamos uma bailarina dançando no espaço vago. Jocosamente informei ao caixa “”ó, funcionário que não souber essa coreografia não vai para casa hj enquanto não aprender”… Rimos a valer.

Comecei a filmar. Ela notou e continuou. E aí a bailarina entrou na fila do nosso caixa. Brinquei com ela (quem não gosta de brincar com bailarinas?) “procura amanhã ‘bailarina do oal*marf’ no YouTube ” – ainda filmando. E ela respondeu toda videologamente olhando pra câmera “olha, pessoal, quando eu for famosa, dançarina do Municipal, vocês vão lembrar disso”.

Uma moça estava logo à frente e disse “ela vai solar Don Quixote esse fim-de-semana e precisa ensaiar”. Aproximou-se da gente e continuou “sou a mãe dela e queria dar esta cortesia a vocês”. Estendeu 2 ingressos para mim.

(; Chuif chuif ;)

Por isso mantenho o blog aberto.

Tem uma historieta que é assim… Tá tudo uma merda na sua casa e a solução é uma cabra.

Bota uma cabra no meio da casa e continue vivendo. Aí todos os problemas continuam mas agora tem uma cabra cagando e fazendo méééé 24h por dia.

Minha vida estava cansativa e problemática. Aí a cozinheira e o zelador tiraram férias em janeiro, no mesmo dia.

Faz o seguinte, dá um tempo e depois tira a cabra de casa.

Acabaram as férias deles hoje.

melhor…

trazer um balde pra eu chutar.

e uma montanha de sorrisos pra quebrar todos os dentinhos na mão.

hoje é mais um dia difícil. um pouco mais que os outros.

t4 diminuindo, comida e peso diminuindo, paciência diminuindo, jói de vivre diminuindo.

2 dias com problema na Met.

Muitas e muitas ligações da voz automática dizendo “favor informar o seu email” etc.

Após a perda da paciência eu disse:

- Sra. por favor anote aí o meu email para o homem automático parar de me perguntar. É tomatecru@gmail.com.

- Poderia soletrar?

- T-O-M-A-T-E-C-R-U (como um tomate, só que cru) arroba G-MEI ponto com.

- Não tem br?

- Ih, é… tem sim… Esqueci.

Não me arrependo. :D

Então, ontem bloqueei um elemento pela segunda citação consecutiva de assassinato infantil. Não estou em um bom momento relativo à isso e as respostas serão sempre similares, creio eu.

Não endosso mais violência, exceto a verbal cuja repetição me é familiar (SIC). E ganho sempre sonhos.

O sonho:

Eu e um amigodesconhecido estávamos indo enterrar uma criança em um caixãozinho lá em um cemitério no Alto da Boa Vista. Sim, se um dia escavarem o Alto da Boa Vista, descobrirão diversas ossadas e até alguns órgãos queridos.

Essa criança era de um pai que não estava lá muito feliz por ela ter morrido. Mas também não estava arrasado, sei lá.

Chegamos em uma mini tumba (era um mini cemitério, só para seres pequenos), a primeira da esquerda e ele começou a cavar a terra. Já havia uma lápide de anjinha então descobri que a criança era uma menina.

No meio da escavação, sai uma outra criança da tumba e não foi assustador. Ela havia sido enterrada viva mas parecia estar bem. Outra menina, aí de cabelo chanel preto arrumadinha normal (nada tipo Sadako). Devia ter uns 8 aninhos… Uma verdadeira peste.

Bom, o cara enterra a filha e pegamos a outra garota e colocamos no carro para levar para uma Delegacia ou Assistência Social ou sei lá onde. Sei que ela sai do carro pela janela, senta no topo da frente e faz xixi no vidro frontal. O cara liga o limpador de parabrisa e eu entendo… Ah, então ela é uma peste! É por isso que alguém enterrou ela viva…

Aí chegamos no show do Coldplay (nada a ver com nada, a garota simplesmente desaparece aí nessa hora do sonho). O Billy Corgan estava começando a cantar (outra coisa que não me perguntem) e olha pra mim. Eu ali, barriga na grade… Ele faz um gesto tipo “vamos trocar de camisa?”. Eu olho para um amigo que estava comigo sinalizando “eu vou tirar sim”. O amigo dando a mó força. Eu tiro a camisa e visto a dele (uma básica branca) e ele veste a minha, que estava toda amassada, pelo avesso.

Eu fico torcendo para ele ficar com ela pelo avesso. Dava para ver a marca da estampa grande do outro lado.

A estampa era “Estive em (não lembro o lugar) e trouxe essa camisa para alguém que eu amo”. Naquelas letras gordinhas e coloridas… Recentemente ganhei uma dessas e pouco me orgulho disto.

E eu fiquei torcendo para ele virar ela do lado certo e mostrar para todo mundo.

E até nos meus sonhos sou indecisa.

Segue o discurso para a reunião dos condôminos felizes.

Condôminos Queridos,

Vocês não sabem, mas tenho este jeitinho desde meus 11 anos e aprendi muito com a vida sobre fofocas.
O principal foi que em uma fofoca temos 2 vítimas. A que faz a fofoca e o alvo da mesma.
O alvo da fofoca geralmente se torna vítima pelo aumento de sua visibilidade perante os demais. Isso incomoda principalmente àqueles desejam tornar-se visíveis mas, no momento, não estão conseguindo pelas vias justas e dignas.
Já o fofoqueiro (ou fofoqueira), a outra vítima, geralmente sofre de baixa autoestima, incapacidade de perceber algo bom sobre si mesmo e, creio eu, isso se reflete no que percebe ao seu redor.
E, da mesma forma que acha que outros estão falando dele, aproveita e fala de outros em sua defesa e, digamos “elevação”. No momento em que profere a fofoca, ele se torna mais visível para si, compensando toda a invisibilidade que acredita possuir.
Raramente isso é percebido pelo fofoqueiro, ainda mais no momento exato e empolgante da fofoca (alguns comparam a fofoca a um vício do qual desejam se livrar mas não conseguem).

De modo que deixo aqui o pedido: quando for fazer a próxima fofoca, olhe para si e veja se não está tentando se provar melhor do que alguém. E aproveito para informar que muitas pessoas aqui no prédio já percebem e se dão conta imediatamente deste mecanismo e fico feliz por todos nós, já que estamos tentando fazer uma administração transparente.

Cada vez que escutei “estão falando de você” mas não me foi dito quem falou ou o que falou, significa que a fofoca não foi efetiva ou seja, pode ter até elevado o fofoqueiro no ato, mas a elevação não se perpetuou pelo transmissor da fofoca. De modo que: as fofocas aqui no prédio não tem mais funcionado e é hora de tentarmos um novo método de comunicação.
Ao invés de usarmos transmissores e expormos cada um dos fofoqueiros ao ridículo, que tal chegar direto com a sua opinião à nossa junta de serviços? É por isso que nos mantemos abertos às opiniões de cada um dos moradores, mesmo (e em alguns casos, principalmente) quando opostas às nossas. Fazemos isto porque gostaríamos de ser tratados desta forma pelas futuras juntas que servirem neste prédio. Com clareza, transparência e respeito.
Aproveite e venha opinar em nossas reuniões e assembléias e participar candidatando-se a um cargo para construirmos juntos um Nome-do-prédio mais agradável.

Atenciosamente,
A Síndica, o Sub-síndico e a Conselheira fiscal.

Clap. Clap. Clap. Eu sou o Obama daqui desse prédio.

A vocês, leitores que eu não divulgo esse cantinho pra não ter, devo a continuidade da minha vida.

O mouse Microsoft foi pra lá e me mandaram outro. Que não é parte do kit, uma verdadeira merda. Espero que o Bill Gates leia isso: take your mouse, shave it and shove it!

Aposentei o miserável. E voltei ao Durabrand que, mesmo guinchando, não engasga.

Está na minha lista pesquisar e comprar um mouse sem fio novo. Aproveitando tb pra comprar um headset também sem fio que só é vendido pra unicórnio.

Já quanto às siglas, agora temos uma outra boa também: R.O.L. A.S. Ainda não consigo acreditar. E não tenho coragem de mencionar isto numa empresa com 99% de machos. Pensando bem, será que não foi de propósito?

Acho que vou me reunir com a outra funcionária em B.U.Ç.A.S (Board Undercoat Çedilhas Aiming Solutions).

Então.

Eu moro na selva Tijucana. Em frente a um terreno baldio do Metrô onde tem muito mosquito. Seguindo a oferta-demanda, tem muita lagartixa. Muita lagartixa pra mim são 2 ou 3 por ano nos cômodos que eu fico.

A de hoje não sobreviveu à expulsão. Estou culpada. Eu que mandei matar. Meu Tony é a M. (quem “resolve” as coisas por aqui).

Técnica 1: Pega com uma caixa, enfia um papel por baixo e solta no terraço.

Técnica 2: Com um pano e solta no terraço. (descubro hoje que M. não tem medo de pegar com um pano).

Estou triste, culpada e essa canção é pra vcs, largatixans assassinadas pra ninguém comer (carne de comer pode, né? hipócrita, vai lá matar vc a vaca…)

Acho melhor comer logo essa lagartixa.

Eu sou meio doida mas é genético.

Em pleno Dia dos Pais, voltando do Basketball Show, meu pai corre atrás de uma linda borboleta amarela e dá-lhe com a pilha inflável que a Duracell distribuiu para fazermos barulho no evento.

Fiquei pasma e perguntei por que dessa psicopatia repentina (eu acho que era a felicidade) e ele me informa:

- Vai ser bonita assim na pqp.

E continua:

- Borboleta é uma flor se mexendo.

Apenas disse “ok, eu como carne animal”. Mas nunca comi de borboleta.

Corri para o sol, porque preciso de muita luz para viver…

Sonhei que ia no show do Jonas Brothers (pouco sei do que se trata) com uma amiga. A abertura era do Sepultura. A platéia, uma loucura. Muitas garotas acompanhadas de seus pais gritavam chorando ou apanhavam porque estavam de olho nos boys metaleiros.

Em algum momento tive certeza de que isso era um planejamento funesto objetivando este tipo de acasalamento.

Claro, encontrei o dito cujo metaleiro dos meus sonhos. E não sei bem disfarçar meu gosto, não pelo JB, mas por cousas abomináveis mesmo pelo mais flexível e glam destes.

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